Na Itália uma filial de empresa francesa adotou um instrumento inusitado para, digamos, incentivar a constante produção de seus funcionários. Trata-se de uma pulseira que dispara um alarme sonoro tão logo o tempo de repouso (estagnação de atividade) de um funcionário em expediente ultrapasse 90 segundos.
De acordo com a mídia francesa, a empresa alega que a implantação visa a segurança dos funcionários, visto que o horário de expediente é noturno. Ainda, que a medida teve apoio total do sindicato dos trabalhadores. Sinistro !!.
Cabe ressaltar que a empresa faz parte de um grupo francês que conquista o direito de exploração comercial (alimentação) após a restauração de paradas ao longo de estradas, estações, aeroportos e até museus. Ou seja, a lógica é estar sempre atendendo/sugerindo compra ou na cozinha produzindo.
Cabe ressaltar que a empresa faz parte de um grupo francês que conquista o direito de exploração comercial (alimentação) após a restauração de paradas ao longo de estradas, estações, aeroportos e até museus. Ou seja, a lógica é estar sempre atendendo/sugerindo compra ou na cozinha produzindo.
Já pensou se a gestão de pessoas da SEEDUC/RJ adota a ideia ?
Viajando um pouco, imaginem um kit contendo um sofá-cacto (para sala de professores); chicotes (para diretores e adjuntos) e uma pulseira dessa para cada docente.
Brincadeiras à parte, é uma situação - no mínimo - polêmica; pois para além da questão da identificação funcional (um outro argumento da empresa) está o problema interno europeu do controle dos movimentos migratórios nestes tempos de crise. Uma vez que nenhum país está disposto a receber fluxo migratório de desempregados, bem como de eventuais "pesos" aos já combalidos sistemas nacionais de segurança social.



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