Entender a ALERJ é complicado por conta dos incontáveis interesses ali representados. Por sua vez, os membros da ALERJ (da afirmação são retirados os casos notórios de deputados que SEMPRE se posicionaram à favor da causa do magistério e da escola pública de qualidade) pouco entendem - ou procuram entender - sobre a questão da educação pública no Estado. Resultado, quando chega à casa uma oportunidade ímpar para que sinalizem pelo efetivo reconhecimento e valorização de parte importante das reivindicações do professorado - a questão salarial - (citando algumas das outras: precarização dos meios de trabalho, retirada da autonomia das escolas, fim das eleições para direção, etc.) o que acontece...
...NADA ! Absolutamente nada. A proposta foi enchertada de emendas o que inviabilizou qualquer alteração mais significativa que podesse ser percebeda (R$) pela classe.
Mas, como diria meu bom e velho amigo woody...perdão! Vocês conhecem como Woody Allen - ator, produtor, roteirista e diretor em Hollywood/Califórnia/USA - ele diria que cedo ou tarde somos chamados à mesa para degustarmos o banquete das consequências de nossos atos.
Então senhores "Depugatos", o banquete de vocês está para chegar e será servido nas eleições.
Quanto a nós professores (que também somos eleitores e formadores de opinião), não nos esqueçamos também de mais este ato de DESAPREÇO para com o magistério público estadual proporcionado pelos DepuGatos (vejam bem, eu escrevo DepuGatos, e não DepuGatunos. O que difere um do outro ? Pois bem, o primeiro espécime, aqui no texto, deve ser entendido como um ser dotado de vida, mas não necessariamente de inteligência, com tendência ao desentendimento quando confinado no mesmo espaço com seus iguais e a falta de interesse em trabalhar pela coisa pública - aqui representada pela educação pública de qualidade com profissionais merecidamente bem remunerados. O segundo espécime, além de conservar as características do primeiro caso (falta de inteligência e preguiça) faz referência à habilidade de se apropriar daquilo que não é seu e portar-se de maneira como se aquilo passasse a ser sempre seu, seja a coisa um bem público ou privado. Na nossa explicação seria um bem público, não é ? As verbas públicas seria esse bem. Mas, como nosso texto fala do primeiro caso, o que fugir dele é entendimento pessoal garantido pela Constituição Federal de 1988).
Finalizando, vamos parafrasear e parodiar o Neguinho da Beija-Flor :
"Olha A Premiação da GIDE aí Gente !!!! Chora Fessor !!!!!!
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk !!!!!!!!!!!!!!!!!......
Pessoal, vamos ACORDAR !!!!

Nenhum comentário:
Postar um comentário
O seu comentário passará pela Moderação e Não esqueça o seu e-mail para contato!