domingo, 10 de março de 2013

SE A MODA FLEXIBILIZAÇÃO PEGAR...

Olá pessoal !!!

Retomando a questão da viabilidade das PPP na área educacional, gostaria de frisar uma coisa :

A atividade administrativa escolar (rotineiramente realizada por servidores) NÃO é uma atividade-fim dentro do propósito da escola. Ela é atividade-meio. A atividade-fim criada pelo propósito da escola É a docência.

Logo, o ente público (SEEDUC/RJ) pode (e está amparado legalmente para tal) TERCEIRIZAR total ou parcialmente os serviços administrativos dentro da escola. Daí temos - logo de saída - 2(dois) cenários certos dentre alguns possíveis : 

1º - Docentes que estão desempenhado funções administrativas serão obrigados a retornar a efetiva regência;
2º - Docentes que estão desempenhando funções administrativas; mas não desejam retornar ao efetivo exercício da regência irão "pedir pra sair" (proporcional).


Silenciosamente, algumas escolas possuem funcionários terceirizados (contratados para desempenhar serviços outros) desempenhando ou - como gostam de explicar - "auxiliando" em serviços administrativos dentro da escola. Existem também casos em que os desvios de terceirizados são para prestar "auxilio" nas questões típicas da coordenação pedagógicas (orientação educacional; inspetoria de turnos).

Portanto, abram os olhos e ouvidos o pessoal administrativo; porque o pessoal de apoio já vem sendo substituído há tempos. Talvez vocês sejam "a bola da vez", principalmente com essa celeuma nacional em cima dos royalties do petróleo; e as lamúrias do chefe do executivo estadual junto a mídia.

É claro que muitos desses "desvios de função" do pessoal terceirizado dentro das U.E.'s acabam sendo uma ação emergencial que parte da própria direção (mas nunca sem aval da regional/metro); pois a direção necessita preencher a lacuna causada pelo próprio poder público que NÃO faz concurso específico (ou se faz não realiza as convocações conforme as carências das unidades). Enfim, explica; mas não justifica.

Resumo da Ópera: "Abra os olhos!!!" ou em português seiscentista, "Abrolhos !" 

P.S.:Para reflexão: Foi preciso a SEEDUC/RJ mexer com o pessoal de apoio para que a assembleia do SEPE passasse a ser frequentada por aquela categoria. Enfim, nós docentes estamos "cantando a pedra" há tempos sobre as intenções do governo com toda a estrutura do sistema de ensino público estadual; mas nem por isso eles ficaram sensibilizados. Quando o "calo" apertou, correram para onde ? Éééé !!!....Correram para o lado daqueles que SEMPRE são solidários (independentemente de serem apoiados pelas demais categorias dos trabalhadores em educação), os docentes.

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